Em crimes sexuais, método não é diferencial. É blindagem profissional.
Há demanda por defesa técnica em crimes sexuais, mas existe escassez de profissionais com domínio de prova, procedimento e condução estratégica de audiência — especialmente quando entram temas como Lei 13.431/2017, prova digital e decisões cautelares no início do caso.
Quando você tem método, você deixa de ser “reativo” e passa a conduzir o processo com direção. Isso muda sua segurança, seu posicionamento e o tipo de contratação que você atrai — em um nicho onde a complexidade frequentemente justifica honorários mais altos.
Em crimes sexuais, o início molda o processo.
Você vai sair com um modelo mental simples e funcional: tempo, contexto e consistência probatória como eixo da tese defensiva.
Você vai entender como produzir e organizar elementos defensivos com responsabilidade e utilidade, sem comprometer validade, timing ou credibilidade.
Você vai aprender a como impugnar tecnicamente prova digital utilizando a lógica IOC: Integridade, Origem e Contexto.
Você vai entender por que essas decisões iniciais moldam o restante do processo e como evitar que a defesa entre em “modo derrota” antes da instrução.
Audiência sem direção é risco desnecessário.
Você sairá pronto para conduzir a instrução com técnica, sem fragmentar a defesa.
Você sai com um roteiro estruturado para conduzir o caso desde o início, evitando os erros que, em crimes sexuais, matam o processo.
Você passa a enxergar:
Em crimes sexuais, o erro raramente é barulhento. Ele é silencioso. E aparece na sentença.
Método aqui é proteção técnica e reputacional. Não é diferencial.
Você sai com um modelo mental claro para pensar:
tipificação
prova
audiência
fechamento de tese
Professores com atuação real e didática objetiva
Francisco Magno é advogado criminalista, palestrante e professor. Já ministrou mais de 100 palestras em diversos estados do país, com destaque para temas ligados à Lei de Drogas e defesa penal estratégica.
É criador do método “As Primeiras Horas: do Flagrante à Custódia”, voltado à capacitação de advogados na atuação em momentos críticos da persecução penal.
Proprietário de três escritórios de advocacia, possui atuação nacional em casos de alta complexidade e repercussão.
Rodrigo Silva é advogado criminalista (OAB/SE 8770), com mais de 10 anos de atuação, reconhecido pela performance técnica e estratégica em casos complexos, com ênfase especial na defesa em crimes sexuais e na atuação em Tribunal do Júri.
Na área de crimes sexuais, Rodrigo desenvolve um trabalho marcado por leitura rigorosa da prova, domínio das peculiaridades desse tipo de procedimento e condução firme de audiências, sempre com foco em três pilares: garantias constitucionais, contraditório efetivo e análise técnico-científica dos elementos probatórios.
Além da advocacia, Rodrigo é professor, palestrante nacional e internacional e idealizador do projeto Aulas Solidárias, iniciativa que une formação jurídica e responsabilidade social.
Possui especialização em Direito Penal e Processual Penal, com aprofundamento em Tribunal do Júri e Execução Penal.
Deise Cristina é assistente técnica e psicóloga, contribuindo com leitura qualificada e responsável dos aspectos humanos e técnicos que atravessam prova e depoimentos em crimes sexuais, com foco em método, consistência e postura profissional.
A proposta é simples: te entregar método, técnica e direção para atuar com segurança em crimes sexuais do inquérito à sentença.
Sim. A imersão entrega roteiro e método — do básico bem feito ao que normalmente só se aprende depois de errar caro.
Vale. Crimes sexuais têm peculiaridades próprias: prova, dinâmica de audiência, Lei 13.431 e risco reputacional. Aqui é performance técnica.
Sim. Você aprende postura, organização de perguntas, direção estratégica e o que registrar para sustentar tese.